| Em cada canto há um espaço de Missão |
| Escrito por Carmelitas Missionárias Teresianas |
| Segunda, 30 Janeiro 2012 13:07 |
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As tuas questões fizeram-me regressar aos meus tempos de juventude. Tenho agora 51 anos. Começando pela tua primeira questão - “Nunca sentiu chamamento para integrar o serviço religioso permanente em uma congregação?”- a resposta é sim! Após ter feito a formação académica regressei à minha aldeia natal onde resido. Então senti que poderia fazer algo pelas crianças e jovens que aí moravam. Dediquei-me à Catequese. Por iniciativa própria, ou melhor porque Ele me chamou, falei com o meu pároco e comecei a desafiante tarefa de ser catequista. Como não tinha formação, procurei-a e tive o primeiro contato com uma congregação religiosa, hoje presente na nossa diocese, as Missionárias Reparadoras do Sagrado Coração de Jesus. Fiz formação na sua casa, em Fátima. Esta vivência com as irmãs despertou em mim uma vontade grande de me dedicar a tempo inteiro à causa da Catequese na sua congregação. Contudo a decisão não pode ser tomada num repente… é necessário perceber se é isso mesmo que Cristo quer de nós. Eu tinha então 23 anos. Estava no início da minha carreira de professora o que para mim também era muito aliciante. Em casa, apesar de pertencer a uma família assídua à liturgia, encontrei alguns obstáculos… Fiquei numa grande indecisão… Porém Alguém me dizia que poderia conciliar aquela paixão que crescia dentro de mim com o trabalho que já estava a desenvolver na paróquia e na escola. Com o passar do tempo, percebi que o meu lugar era onde efetivamente estou, integrada na comunidade, mas com o olhar aberto à minha volta, sempre numa atitude de resposta aos vários apelos que o Senhor me continuou a fazer ao longo dos anos. Quanto à segunda questão – “Nunca pensou em fazer serviço voluntariado de Missão?” – penso que te referes à saída do país e ao trabalho que pode ser desenvolvido noutros locais. Uma das características dos jovens é o espírito de aventura, o que os leva a procurar ou idealizar vários tipos de desafios… Gostaria de ter feito esse tipo de trabalho, mas nunca se proporcionou. Hoje penso que, se estivermos atentos, a Missão pode e deve ser realizada em cada momento da nossa vida, com a família, no nosso ambiente de trabalho, nos lugares por onde passamos. Em cada canto há um espaço de Missão; há alguém que espera um sorriso, um carinho, um olhar atento aos seus problemas e uma atitude concreta face a eles! É importante ser missionário lá longe, onde Cristo ainda não chegou… mas também é necessária uma reevangelização, muitas vezes começando dentro de nós, para podermos chegar aos outros, ao nosso lado, nos quais está Cristo Jesus. Este é para mim um espaço de Missão. 28/12/2011 Bom Ano na Luz de Cristo! Mª do Carmo
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| Actualizado em Sexta, 27 Abril 2012 13:50 |

























Chamo-me Hugo Batista, tenho 28 anos e sou da paróquia de Mioma, sou membro do Grupo de Jovens do Espírito Santo da mesma paróquia e sou conviva. A questão que quero fazer divido-a em duas: Nunca sentiu chamamento para integrar o serviço religioso permanente em uma congregação? Nunca pensou em fazer serviço de voluntariado em missão? Agradeço a disponibilidade para me devolver a resposta, a qual vou aguardar com ânsia. Obrigado.
Olá Hugo. Chamo-me Maria do Carmo Sobral e sou leiga da paróquia de Oliveira do Conde, Carregal do Sal. Parabéns por fazeres parte de um grupo de jovens enraizado em Cristo e que d’Ele certamente quer sempre beber.
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