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Nesta página oferece-se uma versão das mensagens do Papa Bento XVI com uma porposta de sublinhados a várias cores, conforme a importância das suas várias afirmações. Obviamente, os sublinhados, por serem subjetivos, são mera proposta de leitura daquelas afirmações do Papa que parecem impor-se como essenciais para se alcançarem, na vida dos jovens e da Igreja, os frutos desta JMJ de Madrid 2011. Estas propostas poderão proporcionar-te, assim, uma leitura mais centrada no essencial, para que o diálogo com os outros jovens e o teu testemunho não caiam na superficialidade do espectáculo meramente externo. Ao mesmo tempo, poderão ajudar os responsáveis da pastoral da juventude e os animadores a "desenhar" o itinerário para o próximo ano pastoral.
É de notar que os encontros e as mensagens do Santo Padre tiveram sempre em conta as várias dimensões da formação integral dos jovens que - não por acaso! - também são as dimensões da ação pastoral em favor dos mesmos na Diocese de Viseu: as Vocações, a Juventude e o Ensino Superior.
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01 Mensagem para a XXVI JMJ. É sempre muito útil regressar à mensagem com a qual o Papa nos ajudou a preparar, no início no ano pastoral, a JMJ Madrid 2011, pois nela estão todos os pressupostos não só para uma melhor vivência da mesma, mas para uma mais feliz vida cristã
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02 Entrevista concedida aos jornalistas, na qual o Papa responde sobre o significado e o alcance das JMJs, sobre a esperança dos jovens neste contexto social em que vivem, e sobre a relação entre a leberdade e a verdade no ambiente multiculturale multiconfessional em que vivem.
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03 Discurso no Aeroporto de Barajas. Aqui, o Papa reflete sobre a relação entre os desejos mais profundos dos corações dos jovens e sobre a verdadeira Fonte que os sacia, face a tantas propostas redutivas de felicidade. Apresenta, também, os principais problemas que preocupam a juventude de hoje, indo ao encontro de algumas soluções.
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04 Discurso na Festa de Acolhimento, na Praça Cibeles. Este discurso centra-se na exortação evangélica de escutar a Palavra de Deus e de a pôr em prática, ajudando os jovens a perceber que há palavras que distraem do verdadeiro caminho de felicidade e existe a Palavra que, escutada frequentemente, conduz a vida à sua plenitude, pois enraiza-a e edifica-a no único fundamento válido que é Cristo.
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05 Encontro com jovens Religiosas no Escorial, onde o Santo Padre entusiasma as jovens consagradas a tomar consciência mais do fundamento da radicalidade evangélica a que são chamadas, também elas chamadas a enraizar e a edificar a sua consagração em Cristo, firmes na fé, face ao relativismo e à mediocridade de hoje.
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06 Encontro com jovens professores universitarios no Escorial. Aos jovens professores universtários, Bento XVI ajuda a perceber o verdadeiro sentido da universitas, enraizado na história dos antepassados que a construiram e nos valores evangélicos que lhe dão sentido. Lembra-lhes em que consiste a sua missão na construção do homem integral, exortando-os à humildade na busca da verdade.
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07 Alocução na Via Crucis, na Praça Cibeles. Chamando a atenção para a harmonização entre a fé e a arte, o Papa incentiva os jovens a uma resposta clara ao amor de Jesus que se entregou na Cruz, permanecendo junto dos mais desfavorecidos, com os quais Ele Se identifica. Garante que a Cruz não foi o desfecho de um fracasso, mas a prova do amor supremo de Deus pelos homens.
- 08 Homilia na Missa com os Seminaristas, na Catedral de Almudena. O Papa chama a atenção dos seminaristas para a predilecção que o Senhor manifestou ao chamá-los, captando o seu olhar para Cristo como o novo e definitivo Sacredote, a Quem são chamados a configurar-se através de uma identificação radical com Ele, Bom Pastor, através das atitudes (fidelidade, docilidade, simplicidade de vida, obediência, etc.) que tornam credível a missão que Cristo futuramente lhes quer confiar. Com a ajuda dos formadores, exorta-os a um discernimetno verdadeiro e autêntico da vocação sacerdotal, mediante as disposições da Igreja.
- 09 Visita à fundação Instituto S. José, dos Irmãos de S. João de Deus, onde esteve com os jovens portadores de deficiências e falou aos familiares, religiosos e voluntários que os acompanham, sublinhando a identificação que Cristo faz de Si mesmo com aqueles jovens, onde todos podemos encontrar o Seu rosto. Garante que nenhuma aflição apaga a imagem de Deus que está no profundo ser de cada ser humano. Por isso, ensina-nos como devemos olhar para estes seres humanos.
- 10 Vigília de Oração, em Cuatro Vientos. O Papa responde à pergunta de como se pode ser fiel à fé cristã continuando a aspirar a ideais elevados na sociedade atual. Desenvolve de uma forma simples e profunda o tema da fé, defendendo-a diante da cultura relativista dominante em que vivemos. Acrescenta um convite à escuta e ao acolhimento da vocação cristã manifestada em caminhos concretos. Propõe a oração que desenvovle a intimidade com Cristo para a descoberta da vocação específica.
- 11 Eucaristia, em Cuatro Vientos. Na saudação, o Papa manifesta a admiração aos jovens pela noite atormentada pelo clima desfavorável, ao mesmo tempo em que acrescenta o realismo da fé que acredita no Deus que tira o bem de tudo, Aquele a quem somos, nas provas duras da vida, chamados a voltar frequentemente o olhar do nosso coração. Na sua homilia, Bento XVI centra-se na Palavra do Evangelho proclamada a partir de Mt 16, 13-20, chamando a atenção para duas formas de conhecermos Cristo: uma superficial, externa, e outra a partir da fé que é dom de Deus, ao qual somos convidados a responder com a própria vontade, não sozinhos, mas em comunhão com a Sua Igreja. Descreve, também, em que consiste a amizade com Cristo, que implica, por um lado, a escuta da Palavra, a celebração dos Sacramentos (especialmente a Eucaristia e a Reconciliação) e a relação com os outros, na Igreja; por outro, através de um testemunho entusiasmado da própria fé aos que necessitam de Deus.
- 12 Oração do Angelus, em Cuatro Vientos. Nesta mensagem, já em tom de despedida, o Papa ajuda a programar o regresso dos jovens às suas dioceses e terras com a "bandeira" do testemunho, convidando-os a falar dele aos mais desfavorecidos, às suas famílias e às comunidades cristãs a que pertencem. Impressionado com a grande presença dos bispos e padres, exorta-os a continuar a cultivar a pastoral juvenil com entusiasmo e dedicação. Anunciou a sede da próxima JMJ para o Rio de Janeiro, Brasil. Em língua portuguesa, pede que rezemos uns pelos outros, enquanto, firmes na fé, testemunhamos a Boa Nova de Cristo na terra, em contra-corrente no meio de uma sociedade onde impera o relativismo que renuncia a buscar e a possuir a verdade.
- 13 Encontro com os voluntários da 26ª JMJ, num dos pavilhões da Feira de Madrid-IFEMA. É mesmo assim: para quem trabalhou mais, uma mensagem mais a coração. O Papa achou "um dever de justiça" fazer um agradecimento àqueles que tornaram possível esta JMJ, para que os jovens peregrinos pudessem fazer a experiência que fizeram; e também "um dever de coração" porque estes voluntários também estiveram atentos ao Sucessor de Pedro. Sublinhou o aspeto da renúncia com que muitos voluntários viveram esta JMJ, estando em segundo plano e não pudendo participar diretamente os atos centrais. É assim que se entende o serviço a partir do Evangelho: ser o primeiro é estar ao serviço de todos (cf. Mc 9,35). Garante que os benefícios deste serviço de amor ultrapassam as fronteiras da JMJ para toda a Igreja. Como não podia deixar de ser, o Papa deixa-lhes uma semente no coração: a pergunta vocacional, que pode ser "regada" com o sangue de Cristo, para que a vida de cada um destes voluntários alcance a plenitude. Amor com amor se paga!
- 14 Cerimónia de despedida, no Aeroporto de Barajas. O Papa agradece a todos os que tornaram possível esta JMJ, enobrecendo a Espanha pelos esforços feitos entre pessoas e instituições diversas. Agradece também aos jovens do mundo inteiro pelo testemunho alegre que deram em Madrid, convidando-os a difundirem esse testemunho aos que não puderam participar. Afirma que este evento foi obra do Espírito Santo que torna Jesus presente no coração nos jovens de cada época e garante que os jovens respondem com prontidão quando se lhes propõe, com verdade e sinceridade, o encontro com Cristo. Convida-os, portanto, a ser missionários do Evangelho. Para isso, eles precisam que os bispos, sacerdotes, religiosos e educadores cristãos cuidem dos jovens, não tendo medo de lhes apresentar a mensagem de Jesus Cristo com toda a sua integridade, convidando-os aos sacramentos, pelos quais se tornam participantes da Sua vida.
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